quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Novo blog

Olá! Venha visitar meu novo  blog. Neste novo espaço, os temas estão divididos por categorias facilitando a procura pelos temas que lhe interessam;

Educação

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Livros

Crônicas e histórias.

Aguardo sua visita em:http://www.consideracoessobreeducacao.com.br/
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sábado, 28 de dezembro de 2013

Faxina de fim de ano

Seguindo os ensinamentos do Feng-shui e o hábito de todo fim de ano fazer uma mega blaster faxina nos armários, iniciei minha cruzada assim que o recesso para as festas começou. Eu estava verdadeiramente exausta após um semestre particularmente difícil; entretanto, a vontade de me desfazer de certas coisas e de organizar os armários da casa falou mais alto.
Com um paninho e um lustra móveis em punho, iniciei a batalha pelo quarto mais difícil – o da minha filha.  Ela foi capaz de juntar tanta quinquilharia que até Deus duvida! Olhei para dentro do quarto, hesitei, mas venci meus temores e, principalmente minha preguiça e, seguindo os ensinamentos gerais, iniciei pela tarefa mais difícil.  Foi um achado!!O quarto e os armários pareciam mais uma  cápsula do tempo ou um museu. Pensando melhor, talvez um sítio arqueológico. Encontramos vários objetos que havia muito tempo estavam desaparecidos, sem mencionar os papeis de balas esquecidos nas bolsas. A felicidade foi tanta que nem demos três pulinhos pra São Longuinho, pois após tanto tempo desaparecidos, acreditamos que o santo já nem se lembrava mais dos pedidos.
Após uma pausa para tratar das alergias geradas pelos ácaros, parti para o segundo quarto mais difícil – o do meu filho. Lá até que a tarefa armário e roupas não estava tão difícil; todavia, o móvel com os jogos e as prateleiras foram um capítulo à parte. Dentre inúmeros cabinhos para amarras, cantis, sacos de dormir, mochilas, canivetes, facas ( sim, facas e canivetes -quarto de escoteiro é assim)fios, carregadores, CDs, jogos, cartas e um sem número de soldadinhos, havia o material escolar, folhas de fichário e muito papel!!
Ufa!!! Após sacolas e mais sacolas serem retiradas de meu apartamento, o apartamento parecia até mais leve.
Meu quarto foi tarefa fácil porque estou sempre selecionando e organizando coisas. Até meus cremes e perfumes no gabinete do banheiro pareceram não oferecer grande resistência.
O escritório, bem devo admitir que meu nariz e olhos reclamaram muito da colônia de ácaros que foram obrigados a suportar e desalojar; entretanto, firme e forte galopei para esta última batalha como grande amazona guerreira e venci a guerra.
Finalmente, feliz com o sucesso da operação e realizada pela satisfação de estar com toda a casa bem organizada e limpa, tomei um longo e repousante banho e dirigi-me  ao supermercado próximo a fim de  repor o estoque de lustra-móveis e outros produtos bélicos usados nesta missão.
Ao retornar para casa, qual não foi minha surpresa ao descobrir que o quarto da minha filha é auto-bagunçador. Incrível!!Deparei-me com roupas e outros objetos que, como Fênix, ressurgiram das cinzas ou ressuscitaram e pasmem, estavam espalhados pelo tapete do quarto e pela cama. Assustador!!!  Conclusão:Operação casa  organizada e limpa reiniciada!



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

É Natal!


Dia de Natal, hora do almoço, todos reunidos na sala cercados pelos presentes e muita conversa rolando, quando meu filho indaga em voz de alta:”Mãe, a Rosana não está com a família dela!” Ao olhar para a TV, vejo nossa amiga Rosana fazendo uma matéria ao vivo sobre o almoço de Natal e uma reunião de família agregando várias gerações. Todos pararam para ver a reportagem  ao mesmo tempo em que pensávamos  no questionamento de meu filho, na época com uns sete anos.
Naquele momento, paramos para conversar sobre todas aquelas pessoas que trabalham durante as festas, deixando suas famílias em prol da segurança, saúde ou entretenimento da população. As crianças, com seus questionamentos, costumam  propiciar estes momentos de   revisitar nossas  crenças e valores, ao mesmo tempo em que geram estas situações de discussão, aprendizado e ouso dizer filosofia.
A partir daquele ano, sempre fazemos uma prece, não só pelos que estão desamparados, mas, também, agradecendo por todos os que  estão trabalhando nesses dias de festas. Mesmo num mundo onde a vida não para, podemos nos dar ao luxo de dedicar ao menos um pensamento de agradecimento  por todos os que estão trabalhando.
Obrigada a todos os profissionais que  abdicam de seus momentos de confraternização por todos nós!

sábado, 30 de novembro de 2013

Competitividade

Imagem da época negócios
Completamente apanhada de surpresa, vejo meu irmão ( 40 anos) competindo com os filhos ( 8 e 2 anos) para descobrir  quem  vai apertar o botão do elevador primeiro. O surpreendente da situação foi que ele ganhou e comemorou aos pulos enquanto os filhos choravam e reclamavam com a mãe ( imagine o calvário que minha cunhada enfrenta diuturnamente com uma família tão competitiva!)
Neste momento, lembrei-me quando recebi uma ligação de meu irmão, alguns anos antes,  comunicando-me que acabava de concluir seu segundo curso superior. O que me surpreendeu foi a declaração que se sucedeu a esta afirmativa: “Assim, como você, mana,  terminei minha segunda faculdade!” Naquele instante, fiquei pasmada e indaguei se ele competia comigo. Ele nem hesitou, ao contrário, confirmou sinceramente minha indagação. Limitei-me a sorrir!
Esta semana conversando com alguns amigos empresários, eles me contavam que algumas semanas antes resolveram participar de uma licitação e como o tempo era exíguo chamaram dois dos seus  colaboradores  mais competitivos e começaram a explicar o processo. Primeiramente, eles comentaram preocupados que o tempo era insuficiente para ganhar a tal concorrência. Todavia, assim que tomaram conhecimento que outra empresa já tinha apresentado uma proposta maravilhosa e estava anunciando a vitória, a adrenalina assumiu total controle sobre eles. Os olhos brilharam  e eles se predispuseram a vencer. Pasmem: venceram!
Com estas histórias em minha bagagem, comecei a filosofar sobre a competitividade. Muitas vezes, categorizada como um sentimento negativo, começo a pensar em reclassificá-la. Ser competitivo garantiu  a existência do ser humano até hoje propiciando que matasse, fugisse ou se preparasse melhor para os embates. Por isso, revejo meus conceitos. A competitividade é saudável e nos impulsiona especialmente em termos profissionais e acadêmicos; entretanto, há que saber  racionalizar e segurar o ímpeto nas questões mais prosaicas.
Esta semana, por exemplo, testemunhei duas amigas se digladiando pela atenção de uma terceira e dois funcionários discutindo sobre qual dos dois é mais pontual.
Acredito que podemos nos poupar mais e não permitir que a competitividade se torne a tônica de nossa personalidade.

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sábado, 16 de novembro de 2013

Teses e pesquisas

Estudar, pesquisar, aplicar a teoria, errar, tentar novamente...todos os verbos elencados são etapas da aprendizagem e do processo de pesquisa. É um trabalho árduo que exige tempo, humildade para recomeçar e vencer os obstáculos. Porém, é recompensador! O contrário deste processo é a estagnação, pois parar é retroceder. 
Qualquer pessoa que já se dedicou à pesquisa seja para uma monografia ou uma tese, sabe bem do desânimo que se abate sobre nós durante o longo  processo de  pesquisa, criação e redação. Porém, ver seu trabalho sendo usado como referência, não tem preço e te leva a buscar e a  querer pesquisar com mais afinco. É um banho de motivação que vai no contra turno da inveja. Ao invés de ficar pensando como o outro tem sorte ou é feliz, faz você vencer a inércia e dar mais alguns passos.
Assim, ao deparar-me com um dos meus artigos sendo usado como referência, fiquei imensamente feliz e acreditando que fui capaz de  fazer a diferença.  Só por saber que meu artigo  motivou outras pessoas espalhadas pelo mundo a aplicar algumas de minhas sugestões e que colaborei  para despertar  em alguns professores a vontade de  inovar, já valeu todo o trabalho e todas as horas dedicadas a ele. Acredito que fiz a diferença, um pouquinho que seja e  compartilho com vocês  minha alegria:

References
Jago, C. (2000). With rigor for all. Portsmouth, NH: Heinemann.

Silva, A. (2012, June 19). Using technology to improve writing activities. Oxford University Press – English Language Teaching Global Blog @OUPELTGlobal. Retrieved July 15, 2012, from http://oupeltglobalblog.com/2012/06/19/using-technology-to-improve-writing-activities/

Ou os meus artigos publicados pela Oxford em:

domingo, 10 de novembro de 2013

Abraços e elogios

Receber um abraço apertado e sincero, não só faz bem ao coração como também à alma.Porém, se este abraço vem acompanhado do elogio: “Como você está linda!”, o espírito exulta, a auto-estima chega a níveis inimagináveis e  a alegria se instala.
Se eu achava que ser convidada para a outorga da medalha já tinha sido uma honra, receber este abraço foi além das expectativas.Como bem definiu um amigo  em comum:“Ela é sensacional!”  De fato, amiga, Rosana Valle, vc é mesmo sensacional, competente, carinhosa, inteligente e uma grande amiga!
Isto posto, eu não poderia deixar de ir além e refletir sobre o elogio. Em uma de suas colunas, Luiz ALCA de Sant´Anna defende que “Elogiar  é reconhecer. E reconhecer é uma das atitudes mais bonitas e amplas do comportamento humano em qualquer tempo. E muito inteligente.” Ainda segundo Alca, “Há quem jamais reconheça por medo de estar dando ponto a mais para o outro...é um ensaio de inveja, uma total lástima!”
Felizes são aqueles cuja grandeza de espírito e bondade no coração elogiam como minha amiga faz constantemente. Ela é realmente  bonita, inteligente e consciente disso, com a auto-estima bem cuidada,  não hesita em elogiar nem mesmo num momento em que os elogios deveriam ser só para ela, um exemplo a ser seguido!