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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

A árvore que conta histórias


Olhando a árvore de Natal, alguém pode perguntar: O que a turma da Mônica está fazendo no pinheiro de Natal? Ou por que há instrumentos musicais na árvore? Resposta simples e objetiva: porque é bonitinho. Só? Claro que não..vamos à história:
A turma da Mônica resgata a infância e representa os filhos ainda pequenos, principalmente a Magali sempre sorrindo de olhos brilhantes e o Cebolinha de spike hair. Os instrumentos musicais, porque ele Fernando – o pai – gostava. Fernando adorava comprar enfeites de Natal. Por esse motivo, a árvore tinha que ser enoooorme – grande o suficiente para suportar toda aquela coleção formada ao longo de muitos anos. Cada viagem, cada comemoração, cada sonho está lá representado. Cada enfeite nos remete a uma história, misturando risos e lágrimas, reconstruímos nossa história todo fim de ano: avaliando, agradecendo e prometendo muito mais para o próximo ano.
Uma algazarra para montar, todo mundo colabora..até as visitas. Agora, desmontar...sobra sempre para a mãe...talvez, por isso ela não seja tão apaixonada pela árvore.
Meu professor de violão Antonio Manzione, sempre nos perguntava o que deixaríamos quando morrêssemos. E ele também nos impulsionava a conhecer nossa história, saber de nossos antepassados. Manter viva a linhagem familiar.  Como no filme, Viva – a vida é uma festa, da Disney mostra bem esta noção de que só morremos quando ninguém mais lembra de nós.
Assim, este ano, nossa árvore foi montada mais uma vez como uma homenagem. Até ganhamos e colocamos mais um enfeite. Esperamos que, de onde você estiver, veja nossa homenagem e fique feliz, sabendo o quanto o amamos.


Um oferecimento:

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

É Natal!


Dia de Natal, hora do almoço, todos reunidos na sala cercados pelos presentes e muita conversa rolando, quando meu filho indaga em voz de alta:”Mãe, a Rosana não está com a família dela!” Ao olhar para a TV, vejo nossa amiga Rosana fazendo uma matéria ao vivo sobre o almoço de Natal e uma reunião de família agregando várias gerações. Todos pararam para ver a reportagem  ao mesmo tempo em que pensávamos  no questionamento de meu filho, na época com uns sete anos.
Naquele momento, paramos para conversar sobre todas aquelas pessoas que trabalham durante as festas, deixando suas famílias em prol da segurança, saúde ou entretenimento da população. As crianças, com seus questionamentos, costumam  propiciar estes momentos de   revisitar nossas  crenças e valores, ao mesmo tempo em que geram estas situações de discussão, aprendizado e ouso dizer filosofia.
A partir daquele ano, sempre fazemos uma prece, não só pelos que estão desamparados, mas, também, agradecendo por todos os que  estão trabalhando nesses dias de festas. Mesmo num mundo onde a vida não para, podemos nos dar ao luxo de dedicar ao menos um pensamento de agradecimento  por todos os que estão trabalhando.
Obrigada a todos os profissionais que  abdicam de seus momentos de confraternização por todos nós!