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domingo, 6 de outubro de 2019

Você é inteligente?


A palavra inteligência é formada a partir de duas palavras latinas inter ( entre) e legere ( eleger ou escolher). Portanto, é a capacidade de fazer a melhor escolha.
No passado, inteligente era aquela pessoa boa em cálculos, todavia, graças a Howard Gardner a inteligência hoje em dia é composta por 8 tipos diferentes igualmente importantes. O desenvolvimento dessas inteligências depende também do ambiente e da educação recebida.
No filme, Viva – a vida é uma festa, temos a história da família que aboliu a música da vida familiar por gerações até que a paixão por música foi mais forte. Embora a história seja obra de ficção, o meio realmente influencia as pessoas propiciando ou negando oportunidades. Além disso, temos a genética e o aprendemos com a experiência.
É importante saber o tipo de inteligência que possui de modo a desenvolvê-la mais, trabalhar pontos mais vulneráveis e até mesmo escolher as pessoas que farão parte da sua equipe. Observar as pessoas  ajudará  a atribuir tarefas e otimizar resultados.
Em linhas bem gerais, temos inteligência: 
1.       Lógica: voltada para conclusões baseadas em dados numéricos, porcentagens e gráficos.
2.       Linguística:  capacidade de elevada de se comunicar.
3.       Corporal: grande capacidade de usar o corpo pra se expressar.
4.       Naturalista: análise e compreensão  os fenômenos da natureza.
5.       Intrapessoal: possuem a capacidade de se auto-conhecerem, tomando atitudes para melhorar a vida.
6.       Interpessoal: facilidade em estabelecer relacionamentos com outras pessoas. Pessoas assim atuam com facilidade em equipe.
7.       Espacial: habilidade para manipular formas ou objetos  mentalmente.
8.       Musical: sensibilidade em  relação a notas, ritmo e timbres.
Conhecer detalhadamente cada tipo de inteligência é essencial para quem ensina porque conhecendo cada aluno  e  as aptidões, o professor poderá preparar aulas mais interessantes que despertarão cada inteligência como num diálogo bem sintonizado. Toda aula deve ter atividades planejadas para estimular as diversas áreas. Certamente, é um desafio para o professor.




quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Antonio, Ludwig, Richard ou Wolfgang?

Antonio, Ludwig, Richard ou Wolfgang? 

   Pode  parecer uma lista de nomes prováveis para um bebê , porém é muito mais ousado que isso. Acompanhe comigo.
   O  livro de Leonard Milodinow intitulado Subliminar: como o inconsciente influencia nossas vidas, descreve uma experiência na qual, embora os clientes afirmem não ter percebido sequer que havia música,vinhos franceses foram muito mais vendidos  enquanto música francesa fazia fundo dentro da enoteca.
   Ao ler este dado, lembrei-me de alguns estudos que propõem música de fundo nas salas de aula. Segundo a  pesquisa de Gordon Shaw, ouvir Mozart ativa as ondas cerebrais auxiliando o desenvolvimento do raciocínio e a solução de desafios ou problemas.
   Em 1989, o neurobiólogo Gordon Shaw  começou a apresentar seus estudos  defendendo esta teoria. Mais recentemente, usando aparelhos de ressonância magnética para mapear áreas do cérebro, pesquisadores observaram que, além do córtex auditivo e das partes associadas à emoção, ocorre um fenômeno como se todo o cérebro se  acendesse incluindo a coordenação motora, visão e outros processos cerebrais mais sofisticados. Na mesma linha, estudos têm comprovado o efeito das composições de Beethoven sobre células cancerígenas e Vivaldi  parece acalmar a mente aumentando a criatividade.
   Vale a pena tentar, pois em última instância as crianças, sejam elas Antonio, Maria, Lilian ou Ludwig, estarão aprendendo a ouvir e gostar de música clássica. 

Bibliografia: visualizado em 24/07/2013: