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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Sou tímido, e agora?

Segundo Jennifer B. Kahnweiler,  autora de A Força dos Quietos, cinquenta por cento da população é constituída por tímidos/ introvertidos. Os tímidos nascem bons ouvintes e mais engajados em ouvir e processar ideias, fato que lhes concede uma vantagem num mundo onde pouco se escuta e muito se fala. Além disso, o tímido naturalmente observa mais as relações e a linguagem corporal, captando assim os sutis sinais indicadores dos sentimentos profundos alheios. Este conhecimento pode transformar-se num instrumento importante para influenciar pessoas
Todas estas habilidades são inatas aos tímidos e eles devem fazer bom uso delas. Enquanto o extrovertido precisa dedicar-se muito para despertar e aplicar esta escuta atenta, o introvertido   age assim sem dificuldade, abrindo um canal de comunicação mais abrangente e seguro.
Entretanto, há algumas áreas da personalidade do introvertido que oferecem espaço para melhorias. Obter credibilidade é um processo que exige uma ação intencional e a longo prazo. Por isso, o tímido precisa vencer a tendência a manter-se sozinho o tempo todo, embora alguns momentos de ostracismo sejam benéficos. Os tímidos precisam desses momentos de solidão para produzir, ser criativo, desenvolver e gerar propostas inovadoras e certeiras. Todavia, precisa abrir-se para o outro também.
Para construir conexões, uma dica é dar informações sobre si mesmo e, para aprimorar a comunicação, é interessante ser o que autor chama de caixa de ressonância que engloba alguns aspectos:
·         Apenas esteja lá, ou seja, permita que a pessoa coloque sua história na pauta, e leia o que não é dito através da linguagem corporal (vá além das palavras);
·         Valide a posição e sentimentos da pessoa;
·         Sintetize o que ouviu, parafraseie;
·          Agregue valor;
·         Uso o nome das pessoas ao conversar.
Trabalhe esses pontos e transforme o que parecia ser uma desvantagem da personalidade em ponto forte!

Um oferecimento:

     

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Desemprego e desmotivação

Heloisa ( nome fictício) se olha no espelho e pensa:

         - Tenho duas opções aceitar o papel de vítima e ficar chorando em depressão numa cama ou encarar os fatos e começar a lutar.

Diante deste quadro, com muita lentidão e dificuldade, Heloísa, venceu toda a inércia que a deixava na cama, levantou-se e saiu à luta.

Assim, como Heloísa, muitos outros desempregados estão perdidos e desesperados percebendo que os dias passam e o quadro só piora.
Jennifer B. Kahnweiler, autora do livro A Força dos Quietos, descreve o resultado de seu trabalho com grupos de profissionais durante vários períodos de recessão e atesta que, quando candidatos a emprego, passam muito tempo diante do computador enviando currículos, perdem a motivação. Porém,  quando oferecem seus serviços como voluntários a outras pessoas ou instituições e ONGs, a tristeza diminui pois o foco sai dos próprios problemas e renova a energia. 
Dispor de muito tempo para pensar nos problemas, segundo a autora é altamente desmotivador. Ao contrário, abrindo-se para o mundo além de fazer um novo network, as possibilidades de obter uma colocação são aceleradas. O ócio em excesso drena a energia. Então, vamos renovar a energia!


Fonte: A Força dos Quietos. Kahnweiler, editora Gente, p.79,2013

Esta postagem é um oferecimento: