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Vencer não é competir com o outro. É derrotar seus inimigos interiores.
Roberto Shinyashiki |
Há alguns anos atrás, recebi , na agenda de minha filha, que ainda estava no maternal, o seguinte recado
na agenda:”Mamãe, a Mari caiu hoje do escorregador, chorou um pouco,
higienizamos o local ferido e ela continuou o resto da tarde bem.” Após verificar o que havia acontecido pelas palavras da minha própria filha, respondi na agenda; “ Cair faz parte do processo de
aprendizagem, pois só assim aprendemos a levantar e, de preferência, rapidamente.
Obrigada pela atenção!”
Contei esta historinha para ilustrar a importância das aulas
de slackline na escola. Primeiramente, acredito que precisamos sair do ponto comum que é jogar futebol ou a
clássica atitude dos professores de educação física que se limitam a entregar
uma bola e permitir que os alunos vão para a quadra, sem aquecimento, e muitas
vezes sem qualquer instrução.
Nas aulas de educação
física, configura-se o ambiente perfeito para jogos cooperativos e
outros tipos de atividades que propiciam o desenvolvimento do trabalho em equipe e a cooperação
entre os amigos.
Assistindo uma aula
de slackline e lendo a revista Nova Escola deste mês, pude visualizar como as
aulas deste esporte podem auxiliar os alunos a praticar equilíbrio e força.
Alguns temem correr riscos, morrem de medo de não conseguir e de passar vergonha
ou serem “zoados” pelos amigos. Porém, ao perceber que é difícil para todos,
começam a aventurar-se e ousam experimentar o novo esporte. Com treino, todos
vão conseguindo algum progresso.
Sair do ponto comum e inovar é a chave do sucesso
