Mostrando postagens com marcador dificuldades de aprendizagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dificuldades de aprendizagem. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Baixo rendimento escolar e respiração

http://www.divalativia.com/2011/11/ate-que-o-ronco-os-separe.html


Normalmente uma equipe de profissionais de diversas áreas, é necessária para compreender, avaliar e traçar estratégias a fim de melhorar o rendimento escolar. Quando o desempenho escolar se encontra muito abaixo do esperado, o que fazer?
A professora de psicologia Olinda T.   Kajihara da Universidade de Maringá, juntamente com a fonoaudióloga Cintia Nishimura desenvolveram uma pesquisa publicada na revista Instrumento, explicando que a respiração oral compromete o sono, causando a fadiga e desatenção. Por isso, iniciei o texto falando da importância da equipe nos diagnósticos. Frequentemente, problemas respiratórios como adenoides, alergias e pólipos nasais comprometem o crescimento da face, a dentição, a fala e o processo de aprendizagem.
A interação família e escola torna-se importantíssima para detectar esses problemas e encontrar caminhos e soluções. Muitas vezes, resolvendo essas questões físicas, os problemas de fraco desempenho escolar são resolvidos.
Olhos e ouvidos atentos!

Patrocinadores:




terça-feira, 5 de março de 2013

A Figueira e o aluno



Manhã de sol, eu caminhava para a praia, quando ao passar perto de uma igreja escuto o padre lendo e explicando a parábola da figueira que é esta:

            «E passou a narrar esta parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha; e indo procurar fruto nela, e não o achou. Disse então ao viticultor: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; para que ocupa ela ainda a terra inutilmente? Respondeu-lhe ele: Senhor, deixa-a este ano ainda, até que eu cave em derredor, e lhe deite estrume; e se no futuro der fruto, bem; mas, se não, cortá-la-ás.» (Lucas 13:6-9)            ”


Ao ouvi-la, não pude deixar de aplicá-la ao magistério. Comecei pensando que, da mesma forma, deve agir o professor; jamais desistir de seus alunos. Precisamos ser capazes de não desistir do aluno, mantendo-nos firme na esperança de conseguir fazer a diferença! Alguns professores tendem a decidir cortar a figueira logo no início do ano letivo, sentenciando-os à reprovação. Entretanto, o bom professor pode usar de variadas técnicas a fim de cavar ao redor e adubar mais e mais com a certeza de que conseguirá compartilhar conhecimento ou, pelo menos, despertar o interesse do aluno para trilhar o caminho do conhecimento.



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Cromoterapia e dificuldades de aprendizagem


Ao assistir uma palestra sobre terapias holísticas e o campo energético humano com Janaina Rosa, foi impossível não pensar em como essas terapias poderiam ajudar meus queridos alunos com TDAH e outras dificuldades ou distúrbios de aprendizagem.
A palestrante  dissertou sobre diversas terapias e ao ser perguntada sobre as dificuldades de aprendizagem, ela me explicou que, nesses casos por mim mencionados, pode haver um desequilíbrio de energia  no cérebro e é possível equilibrar essa energia de forma a amenizar ou  curar as dificuldades ou distúrbios de aprendizagem.
Empolgada com esta possibilidade, voltei a ler as anotações feitas durante um curso de seis meses que fiz sobre cromoterapia e comecei a alinhavar algumas ideias. A cor violeta, mistura de azul com vermelho, alia a energia do vermelho, cor energizante e estimulante, à energia do azul considerado  um tom calmante, pacificador e neutralizante de energia  negativa. Ainda segundo a cromoterapia, o tom violeta é capaz de controlar a fome excessiva, os batimentos cardíacos, alivia a enxaqueca e estimula a parte superior do cérebro. Vale salientar,  que  em muitos  portadores de TDAH foi comprovada uma alteração nessa mesma área do cérebro, além da parte frontal.
Há outras qualidades atribuídas ao violeta como  a diminuição da  irritabilidade,  o aumento do autocontrole e da autoestima- tão afetada pelo portador de dificuldades e distúrbios de aprendizagem.
A recomendação dos terapeutas é  que  a utilização desse tom é muito útil em ambientes onde se requer a concentração, ou seja, exatamente o que se requer do aluno. Gostei da explicação da Janaina, ao dizer que a mistura do rosa = amor com o azul é o equilíbrio com amor.E esta é justamente a minha proposta: que os professores  não rotulem ou sentenciem os alunos, mas procurem trabalhar juntos e fazer a diferença na vida deles.Talvez, assim como os hospitais estão trocando o tom branco pelo verde, cor cuja vibração proporciona saúde física com propriedades anti-inflamatórias, anti-infecciosas e bactericidas dentre outros benefícios, talvez, esteja na hora de replanejar a cor das salas de aula e de estudos.


Um oferecimento: