Televisão, Facebook, Twitter, Mensagens de texto, vídeo
games: tudo isso é muito mais interessante que estudar ou ler um livro. Porém,
nem tudo está perdido, segundo psicólogos e neurocientistas, é possível
desenvolver a concentração.
Segundo especialistas em meditação, nosso cérebro
normalmente mantêm-se em uma frequência
muito alta para lidar com toda a gama de informações recebidas, então o
primeiro passo é baixar esse fluxo de pensamentos. Há várias técnicas de meditação,
mas o mais simples e fácil de fazer é prestar atenção na respiração de modo a
esvaziar o cérebro.
A habilidade de se concentrar varia de pessoa para pessoa,
mas, assim como habilidades podem ser treinadas, melhoradas ou ampliadas, da
mesma forma, a concentração pode ser trabalhada.
Outro fator que afeta diretamente a atenção é a emoção. A
neurociência afirma que é um processo de escolha do que é importante, uma vez
que, embora o lobo frontal seja
responsável pelo comportamento e pela tomada de decisões, todo o sistema
sensorial está envolvido, segundo Ivan Hideyo Okamoto, da Universidade Federal
de São Paulo. Nosso sistema límbico, que comanda as emoções, sempre favorece os
elementos que despertam sensações intensas.
Parece impossível vencer esta habilidade nata para a
desconcentração?
Nem tanto, segundo David Schlesinger, neurocientista do
hospital Albert Einstein, a plasticidade do cérebro, ou melhor, dizendo, a
capacidade dos neurônios de se redistribuir de acordo com a necessidade e o
treino, pode ser trabalhada da mesma forma que exercitamos os músculos
tornando-os mais fortes.
Portanto, treine a concentração diariamente quando estiver
fazendo tarefas de que não gosta e respire mais calmamente, prestando atenção
ao movimento de saída e entrada do ar. É como ir para a academia todo dia, é
mais difícil no começo, mas depois começa a fazer parte do nosso dia-a-dia.
Um oferecimento especial de;
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